Patrocinadores - Santander, Nova Schin, Shell, Petrobras, Toyota, Embratel, Johnnie Walker, Fiat, Braskem e Aymoré Financiamentos - utilizam o Grande Prêmio do Brasil de F-1 para lançamentos e promoções
publicado originalmente em meio &mensagem.com.br
O 37o Grande Prêmio do Brasil é o último circuito da temporada 2008 da F-1 e decidirá o título entre o inglês Lewis Hamilton (que tem 94 pontos) e o brasileiro Felipe Massa (com 87 pontos). Segundo a SPTuris, a prova deve atrair cerca de 85 mil turistas e movimentar R$ 230 milhões, número 15% superior ao registrado no ano passado.
Aproveitando a magnitude do evento, as empresas patrocinadoras da prova - Santander, Nova Schin, Shell, Petrobras, Toyota, Embratel, Johnnie Walker, Fiat (Case IH), Braskem e Aymoré Financiamentos - preparam ações e lançamentos para os três dias de competição. O Autódromo de Interlagos abriga os treinos de classificação na sexta-feira e sábado. A grande final do campeonato acontece no domingo, 2.
Pelo quinto ano consecutivo como patrocinadora do GP e da transmissão da Rede Globo, a Nova Schin apresentará um hospitality center denominado Bar Nova Schin Box 100 em Interlagos. O lounge homenageará os 100 anos de automobilismo no Brasil. A empresa vai levar clientes, promotores e funcionários para assistir aos treinos classificatórios no Box 100.
Já no domingo, dia da grande decisão, a diretoria do grupo e convidados vips vão assistir à prova. Além disso, a madrinha Nova Schin, Giovanna Antonelli, estará no local. "Este é o quinto ano de patrocínio da Nova Schin ao GP", conta Carlos Perrone, sócio da Pepper, agência responsável por toda ativação da marca durante o evento.
De acordo com Marcel Sacco, diretor de marketing do Grupo Schincariol, o evento será uma ótima oportunidade para o lançamento da nova cerveja da empresa. "Apresentaremos a Nova Schin Zero, com teor alcoólico de 0% em sua formulação, em versões de 600, 355 e 350ml. É uma oportunidade única, já que o GP agrega os mesmos valores da Schincariol, como modernidade e tecnologia, além de o produto se adequar à Lei Seca", conta o executivo. Ao término de cada dia de competição, estará à disposição o Táxi Nova Schin Zero, que levará os convidados de volta para casa.
O investimento da Schincariol no GP Brasil de F-1 é de 30% de toda a verba destinada ao marketing esportivo da companhia. De acordo com o diretor de marketing, pelo fato de a empresa ser a única do setor de bebidas entre os patrocinadores, apenas os produtos do seu portfólio serão servidos dentro do autódromo, seja em camarotes privados ou para o público em geral.
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O Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, colocará 22 modelos uniformizadas com a marca da empresa no desfile que ocorre momentos antes do grid de largada. A companhia aplicará sua logomarca em diversos pontos da pista de Interlagos. Além disso, espaços como Platinum Club, Grand Prix e duas arquibancadas, com mil lugares cada - uma com a torcida da Aymoré Financiamentos, e a outra com a torcida Santander - abrigarão os convidados do grupo.
No Brasil, o GP de F-1 é o patrocínio esportivo de maior representatividade para o Santander, revela o diretor executivo de marketing do grupo, Fernando Martins. "Nesse evento são investidos mais de 65% da verba destinada às nossas ações de marketing esportivo no País", afirma, ao garantir que o Santander obteve excelente retorno no GP Brasil de 2007. "Esperamos resultados ainda melhores para este ano", prevê.
Pela primeira vez como patrocinadora, a Braskem apresentará o plástico verde - polietileno que contribui para a redução do efeito estufa ao absorver e fixar gás carbônico (CO2) da atmosfera. Frank Alcântara, diretor de marketing institucional da Braskem, não revela muitos detalhes sobre a atuação da companhia no evento. "O que posso adiantar é que uma ação criada pela nossa agência, a W/Brasil, utilizará o Oscar Niemeyer, a F-1 e o plástico verde", antecipa. A empresa também contará com camarotes para convidados.
Oportunidade de investir
Um dos maiores investimentos na prova é o da Petrobras. Com uma campanha publicitária e ações promocionais, a empresa investirá R$ 7,1 milhões no GP, com o objetivo de potencializar a presença da empresa na F-1. A campanha ainda não está concluída, mas é sabido que contemplará anúncios em TV, cinema, jornal, revista, rádio, mídia exterior, internet e mídia indoor. Já as ações são compostas por eventos como Petrobras Football Racing, ação de relacionamento focada em equipes da F-1 e imprensa; Petrobras Esporte Motor, disputa de automobilismo realizada no dia 19 em Salvador; além de promoções nos aeroportos da capital paulista.
A Shell, por sua vez, anunciou que vai investir R$ 28,5 milhões no lançamento da nova fórmula da gasolina Shell V-Power e nas ações voltadas para o GP Brasil deste ano. Ingrid Bückmann, gerente de marca da Shell Brasil, conta que a empresa sempre foca suas ações de marketing na parceria com a escuderia italiana Ferrari. "Temos muitas novidades para este ano, como a promoção dos chaveiros e o comercial exclusivo da Shell V-Power com Felipe Massa para o Brasil", completa.
Para este ano, no lugar das tradicionais promoções de miniaturas dos mais famosos carros italianos, os consumidores Shell encontram seis modelos de chaveiros cromados, com réplicas de carros de corrida da escuderia ao longo dos mais de 60 anos da parceria entre Ferrari e Shell, nos postos da companhia. O filme de 30 segundos com Felipe Massa, que anuncia a nova fórmula da gasolina aditivada, foi criado e gravado no Brasil pela JWT.
Palco preparado para a principal competição
Para a prova, o Autódromo José Carlos Pace contou com diversas reformas realizadas pela Prefeitura de São Paulo. "A economia que tivemos com obras realizadas no ano passado nos possibilita investir em obras definitivas, o que resulta em um local à altura da evolução do automobilismo contemporâneo", afirma o presidente da São Paulo Turismo, Caio Luiz de Carvalho.
Além da importância para o automobilismo nacional, a F-1 incrementa a arrecadação de impostos, a geração de postos de trabalho e de renda para a cidade com o turismo. O autódromo recebe, nos três dias do evento, cerca de 140 mil pessoas, entre paulistanos e visitantes de outras cidades, Estados e países.
A expectativa para esta edição é de 85 mil turistas, que terão um gasto médio diário de R$ 614,97. Toda essa movimentação gera pelo menos 15 mil empregos diretos e indiretos na cidade. Segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o dinheiro que circula na metrópole durante a semana do GP gira em torno dos R$ 200 milhões. Os patrocinadores, por seu lado, esperam aproveitar ao máximo a visibilidade proporcionada pela finalíssima do campeonato de 2008 e reforçar a torcida pelo brasileiro Felipe Massa.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
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